Carlos Alberto Torres

Em novembro de 1994 a Revista Placar lançou a edição especial os “esquadrões”, era a seleção dos 11 maiores jogadores de todos os tempos em cada posição dos maiores clubes do Brasil, Carlos Alberto Torres foi eleito o maior da historia na posição de lateral/zagueiro em todos os tempos no Santos, Fluminense, Botafogo.

Ele e Gerson (São Paulo, Fluminense, Botafogo) foram os únicos que foram eleitos em três clubes diferentes e também eleitos os maiores da historia em suas posições atuando pela seleção brasileira.

Carlos Alberto - Santos

Abaixo a transcrição de seu perfil no Almanaque dos Craques do Santos FC por Assophis:

CARLOS ALBERTO TORRES (1965-1975)
17/07/1944, Rio de Janeiro – RJ
25/10/2016, Rio de Janeiro – RJ

Posição: Defensor
Jogos: 443 | Gols: 39
Ranking de jogos: 11°
Ranking da artilharia: 61°
Clube anterior: Fluminense – RJ
Seleção Brasileira: 1964-77, 52 J | 8 G
Campeão da Copa do Mundo de 1970. Capitão do Tri,
levantou a taça Jules Rimet.

Títulos:

– Campeonato Paulista 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973;

– Torneio Rio-São Paulo 1966;

– Campeonato Brasileiro 1965 e 1968;

– Recopa Sul-Americana 1968;

– Recopa Mundial 1968



Carlos Alberto Torres

Ele fez história com a camisa do Peixe com sua seriedade e elegância. Sua liderança ajudou o time a continuar no topo por anos. Considerado o melhor lateral-direito de todos os tempos, Carlos Alberto iniciou sua carreira pelo Fluminense, já com muito destaque, e, em 1965, chegou ao Santos.

Carlos Alberto Torres - 19012002 - 05

Seja como lateral ou zagueiro, atuou quatrocentas e quarenta e três vezes pelo Peixe e marcou quarenta gols. Teve um breve hiato com a camisa do Santos quando foi emprestado ao Botafogo, no final de 1970.

Meses antes, foi um dos ícones da histórica Seleção Brasileira que conquistou o Tricampeonato Mundial, no México.

Aos vinte e seis anos, foi o capitão da maior Seleção de todos os tempos. Na final, fez o golaço que selou a conquista do Brasil e foi o último capitão que levantou a Jules Rimet em uma Copa do Mundo.

Carlos Alberto Torres - 19012002 - 06

Ficou por um ano no rival carioca e retornou para assumir um posto na zaga santista. Carlos Alberto esteve em campo na final de 1973, quando o Santos dividiu o título com a Portuguesa, devido a um erro de contagem do árbitro Armando Marques nas cobranças de pênalti. Aliás, o Capita converteu sua cobrança, exímio batedor que era.

FUTEBOL - CARLOS ALBERTO TORRES

Sua última apresentação pelo Peixe foi na vitória de 1 x 0 contra a Portuguesa pelo Paulistão de 1975. Voltou ao Fluminense e fez parte da chamada “Máquina Tricolor”, bicampeã carioca em 1975 e 1976. No ano seguinte, foi para o Flamengo e no Cosmos, de Nova Iorque, a convite do amigo Pelé. Nos Estados Unidos também defendeu o Califórnia Surf e voltou ao Cosmos para encerrar a carreira.



Carlos Alberto Torres e Edmar Junior

Foto: O eterno capitão do TRI Carlos Alberto Torres e Edmar Junior (DNA Santástico)


Colaborou neste post Wesley Miranda / Assophis.

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